Bayonetta sem limites!

 




7 Anos depois a Sega resolveu dar um presentinho pra todo mundo que assim como eu, amou Bayonetta e fez de tudo pra jogar o game em qualquer Nintendo disponível. A plataforma liberou o game pra PC, e tá todo mundo animado pra matar as saudades. E quanto a isso, nada melhor pra relembrar do que Bayonetta é capaz do que com uma review daquelas! Vamo lá.

História

A trama de Bayonetta gira em torno da personagem homônima na cidade de Vigrid, em uma Europa fictícia, onde ela acorda 500 anos depois, sem alguma memória de quem ela é e qual o seu propósito ali, mas aos poucos as memórias voltam e ela se vê imersa na eterna batalha entre as Umbra Witches e os Lumen Sages, onde por serem seguidores das trevas e da luz, respectivamente, estão sempre em constante busca pelo balanço. As duas facções possuem tesouros distintos, os quais protegem por esse propósito. O "Olho Esquerdo" e o "Olho Direito" do mundo. Mas, misteriosamente, as duas facções sumiram do mapa, e 500 anos depois desse acontecimento, uma Bayonetta acorda sob a posse de uma pequena esfera vermelha, a qual ela acredite ser o Olho Esquerdo, pertencente à sua classe, as Umbra Witches. O jogo se desenvolve pela busca de Bayonetta pelo "Olho Direito" e a batalha por suas memórias e o antigo balanço da natureza pelo qual eles tanto lutaram.

 

Produção e Gráficos

O desenvolvimento do game começou em Janeiro de 2007 e de acordo com o diretor trazia uma ideia totalmente original, apesar de que ele admitiu ter jogado Devil May Cry 4 como "referência", mas esse não é o caso, só uma coincidência engraçada. O tema do game é a sensualidade, e todos os seus personagens foram desenhados para estarem na moda. E sobre isso a gente nem ousa reclamar. Toda a produção e atributos visuais do game são muito bons e concisos com a proposta, espelhando os seus resultados nos gráficos que vemos no jogo.

Devido a todo o trabalho dado e empenho, o game recebeu boas reviews e aplausos por sua produção, os atributos de combate também foram muito bem elogiados, em contraponto o seu roteiro foi criticado pela velocidade com a qual as coisas acontecem e as suas explicações por trás do mesmo. O que mesmo assim não parece ter afetado muito as vendas, que passaram de 1.350.000 cópias só em 2010. Pra quem ainda dúvida que o apelo sexual vende, tá aí a prova. 

Jogabilidade

 O game segue um modelo de story-telling intercalado com os combates que constróem a sequência de ações do jogo. E de acordo com que você vai se ambientando com as batalhas novos movimentos e habilidade da Bayonetta vão sendo apresentados a você. Como o Witch Time, que é um período de tempo onde, para Bayonetta, as coisas se movem mais lentamente para que ela possa atacar o oponente mais vezes, causando um dano maior. Esse é só um dos exemplos dos muitos modos de combate que Bayonetta traz pra gente, mas é basicamente o modelo de como o jogo é apresentado. 

Enfim

 Em geral Bayonetta é um bom game, tem os seus altos e baixos, e críticas válidas sobre o desenvolvimento do roteiro e etc... Mas nada que estrague o jogo como um todo. Mas o mais legal de saber esse poréns sobre Bayonetta é que com a sua sequência (Que já foi lançada há um tempo.) posso adiantar, que muitos dos problemas foram sanados e o roteiro está INCRÍVEL!!! Mas esse é assunto pra uma outra review, né?

 



Por: Matheus Pacheco em 27-Abr-2017




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